quinta-feira, 22 de abril de 2021
segunda-feira, 5 de abril de 2021
Tema 246: CAMINHOS PARA COMBATER O RACISMO NO BRASIL
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo, em prosa, sobre o tema CAMINHOS PARA COMBATER O RACISMO NO BRASIL.
Texto 1
Texto 2
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
Tema 245: DESAFIOS PARA PROMOVER A VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES
A partir da leitura dos textos motivadores e de seus conhecimentos de mundo, reflita e escreva um texto dissertativo-argumentativo no qual você discorra sobre o seguinte tema: DESAFIOS PARA PROMOVER A VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES



segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Tema 244: POR QUE O ABORTO DEVE OU NÃO DEVE SER LEGALIZADO NO BRASIL?
A
partir da leitura dos textos motivadores e de seus conhecimentos de
mundo, reflita e escreva um texto dissertativo-argumentativo no qual
você discorra sobre o seguinte tema: POR QUE O ABORTO DEVE OU NÃO DEVE SER
LEGALIZADO NO BRASIL?
TEXTO 1
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto os
casos em que haja risco de vida para a gestante ou quando o feto foi gerado em
decorrência de um estupro. Nos Estados Unidos, o aborto é legalizado desde
1973. Na Inglaterra, ele é legal até a 24ª semana de gestação e, na França, é
permitido até as 12 semanas, por solicitação da mulher, e no segundo trimestre,
por razões médicas.
As Igrejas Católica e Evangélica condenam
qualquer prática abortiva, até mesmo de feto anencéfalo (sem cérebro, cerebelo e
tronco cerebral), pois consideram que a vida inicia assim que o embrião é
formado. A ciência diverge sobre este assunto, mas alguns cientistas defendem
que a vida surge após a 12ª semana de gestação, que é quando começa a formação
do sistema nervoso central.
Fonte: Brasil Escola https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/banco-de-redacoes/tema-discutindo-a-legalizacao-do-aborto.htm
TEXTO
2
O
Senado argentino aprovou a legalização do aborto no território argentino até a
décima quarta semana de gestação. Até então, a Argentina tinha uma legislação
similar à brasileira e permitia a interrupção da gravidez apenas em casos de
estupro ou se houvesse riscos à saúde da mulher.
A
legalização do aborto no país vizinho foi uma das propostas eleitorais do atual
presidente Alberto Fernández, conquistado sob forte pressão das massas populares
que exigiram esse justo direito às mulheres. A atual legislação prevê a
interrupção da gravidez por tempo indeterminado à mulheres grávidas após abusos
sexuais e também àquelas em que a gravidez ocasione risco à vida.
Adolescentes menores de 13 anos poderão realizar o aborto se acompanhadas de um
dos pais ou responsável, já as meninas entre 13 e 16 anos poderão apresentar-se
sozinhas para o procedimento, precisando de autorização dos pais apenas se o
aborto representar risco à saúde. As maiores de 16 anos poderão decidir
sozinhas.
Na
Coreia do sul, por sua vez, a interrupção voluntária da gestação deixou de ser
aceita apenas em casos de estupro ou riscos à saúde da mulher e se estendeu a
qualquer mulher com uma gestação indesejada desde o dia primeiro deste ano. A
lei do país que criminalizava o aborto, esteve em vigor por 67 anos, foi
considerada ilegal de acordo com a constituição Sul Coreana e teve sua validade
expirada.
Porém,
como é de se esperar, nos países citados também há grupos conservadores que
tentam antagonizar e levar as conquistas das mulheres ao recuo. Grupos
conservadores pró-vida forçam emendas constitucionais que dificultem a
efetivação da legalidade do direito ao aborto, como por exemplo, proibi-lo após
6 ou 10 semanas de gestação e dar aos médicos o direito de se negarem a
realizar o procedimento. Neste sentido, é preciso manter a luta constante por
novos direitos e, sobretudo, pela manutenção dos já conquistados, uma vez que
os direitos reprodutivos femininos não se reduzem apenas ao aborto, mas
educação sexual, medicina preventiva, pré-natal, acesso facilitado a
ginecologistas e métodos contraceptivos, entre outros, e todos esses direitos
são alvos de ataque por grupos conservadores ao redor do mundo.
Em
toda a América Latina, além da Argentina, o aborto apenas é legalizado na
Guiana Francesa, na Guiana, no Uruguai, em Cuba e em Porto Rico. No Brasil, a
legislação vigente permite que o aborto legalizado seja realizado apenas em
casos de estupro, risco à saúde da mulher e anencefalia do feto.
Fonte:
https://www.causaoperaria.org.br/a-legalizacao-do-aborto-na-coreia-do-sul-e-na-argentina/
TEXTO 3
A dificuldade enfrentada por uma menina de 10 anos para realizar
um aborto em um hospital no Espírito Santo após ser vítima de estupro
repercutiu na Câmara dos Deputados. Até o mês de setembro deste ano, a Casa
recebeu 22 projetos de lei que tratam sobre aborto, um aumento de 83% em
relação às 12 proposições feitas no mesmo período de 2019.
A maioria dos projetos de lei foram apresentados por
parlamentares homens: 19 das 36 proposições nesses dois anos. Eles também
assinam outras duas propostas coletivas sobre o assunto. O campeão é o deputado
Capitão Augusto (PL-SP), com nove projetos desde 2017. Em um deles, ele pede
"reclusão de três a seis anos" a quem "provocar aborto em si
mesma ou consentir que outrem lho provoque". Atualmente, a pena é de um a
três anos de reclusão.
TEXTO 4
Só até junho, ao
menos 642 meninas de dez a catorze anos foram internadas no SUS para fazer um
aborto, seja por decisão médica ou legal ou por complicações na gravidez. É
quase a mesma quantidade de meninas dessa faixa etária internadas por asma,
também até junho. Em 2019, a cada dia foram internadas por aborto, em média,
cinco crianças de até catorze anos, segundo os dados do Ministério da Saúde.
Dez anos atrás, a média era o dobro disso. A maioria dessas crianças é preta,
parda e vive no Nordeste. Os números oficiais são subnotificados, já que não
levam em conta os abortos feitos ilegalmente. Ainda assim, permitem traçar um
quadro alarmante.
Em 2019, o SUS registrou cerca de 195 mil
internações por aborto (espontâneos e por decisão judicial ou médica). Foi
uma média de 535 por
dia. Os abortos por motivos previstos em lei são minoria. A cada 100 internações por
aborto, 99 foram
de abortos
espontâneos e tipos indeterminados de gravidez
interrompida. Só 1 foi aborto previsto em lei.
Fonte: https://piaui.folha.uol.com.br/os-abortos-diarios-do-brasil/
TEXTO 5
Ao escrever seu texto, lembre-se de identificar a
problemática que envolva o tema proposto e aponte propostas de intervenção para
esse problema. Para defender sua tese, seja claro e coerente, e use
argumentos consistentes com base em
dados e fatos.
domingo, 27 de dezembro de 2020
Tema 243: os desafios para elevar a qualidade da alfabetização e combater o analfabetismo em todo o território brasileiro.
A partir da leitura dos textos motivadores e de seus conhecimentos de mundo, reflita e escreva um texto dissertativo-argumentativo no qual você discorra sobre o seguinte tema: OS DESFIOS PARA ELEVAR A QUALIDADE DA ALFABETIZAÇÃO E COMBATER O ANALFABETISMO EM TODO O TERRITÓRIO BRASILEIRO.
Texto 1
A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação, e apropriação do sistema de escrita, e pressupõe a compreensão do princípio alfabético, indispensável ao domínio da leitura e escrita. Fonte: Wikipédia
Texto 2
Segundo o Inep (O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), 1/4 dos alunos do 2º ano tem dificuldades de escrita. Este é um resultado de avaliação aplicada pelo Inep a alunos de 8 anos que indica ainda que 17 Estados ficaram abaixo da média em Língua Portuguesa
Um em cada quatro alunos do 2º ano do ensino fundamental (8 anos) não sabe escrever uma palavra de três sílabas a partir de um ditado. Esse e outros dados fazem parte dos resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), divulgados em novembro/2020, pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)
A avaliação de Português e Matemática,
feita de modo amostral com 5,6 milhões de estudantes, apontou que 27,5% estão
nos níveis 1, 2 e 3 de desempenho (em uma escala de 1 a 8) ou abaixo até do
nível mínimo. 17,8% dos alunos alcançaram o nível 4 - em que são capazes, por
exemplo, de escrever palavras trissílabas ou localizam informações explícitas
no final de um texto muito curto - e 55% estão nos níveis de 5 a 8 (de maior
desempenho em leitura e escrita).
Só 5% chegaram ao nível 8, o mais
avançado, em que o aluno é capaz de inferir informações em textos longos. Os
resultados foram divulgados por níveis de proficiência, mas não foram indicados
quais patamares são considerados adequados. A Base Nacional Comum Curricular
(BNCC) define que a alfabetização das crianças deverá ocorrer até o segundo ano
do ensino fundamental.
Já em Matemática, a conclusão
é de que metade está nos níveis de 1 a 4 (em uma escala de 1 a 8) ou abaixo até
do nível mínimo. Alunos com esse desempenho não são capazes, por exemplo, de
identificar, em um calendário de determinado mês, o dia da semana em que esse
mês se inicia.
Os dados evidenciam também
desigualdades em relação às zonas rurais e urbanas e às regiões do Brasil. Em
Língua Portuguesa, 10 Estados tiveram resultados acima da média nacional, de
750 pontos. Esses Estados são: Ceará, São Paulo, Espírito Santo, Rio de
Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Goiás. Os
demais ficaram abaixo da média.
Há uma diferença de 52,76
pontos na avaliação entre o Estado com a maior média em Português (Ceará) e o
Estado com a menor (Amapá). Centro-Oeste, Sudeste e Sul também predominam entre
os melhores desempenhos de Matemática no 2º ano do ensino fundamental.
Texto 3
Outros dados preocupantes são o do analfabetismo entre pessoas 15 anos ou mais, conforma aponta o gráfico abaixo.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020
Tema 242: caminhos para combater o capacitismo no Brasil.
A partir da leitura dos textos motivadores e de seus
conhecimentos, reflita e escreva um texto dissertativo-argumentativo
no qual você discorra sobre o seguinte tema: caminhos para combater o capacitismo no Brasil.
O capacitismo é o que o preconceito, a
discriminação e a opressão contra pessoas com qualquer tipo de deficiência. O termo vem do inglês ableism ou disablism, que faz referência à palavra deficiência em
inglês (disability). O capacitismo caracteriza as pessoas
com deficiência como inferiores, incapazes de estudar, trabalhar, se relacionar,
e fazer tantas coisas naturais às pessoas. O capacitismo pode atingir as pessoas com
deficiência de diversas maneiras. Ele vai desde uma agressão verbal ou
tratamento de piedade até uma arquitetura inacessível, por exemplo.
No acordo aprovado pela Convenção Internacional sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU), promulgado pelo Brasil, a
discriminação por motivo de deficiência é definida como: “qualquer
diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, com o propósito ou
efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exercício,
em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de todos os direitos
humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social,
cultural, civil ou qualquer outro.”.
Corponormatividade
O capacitismo
parte da ideia de que existe um padrão corporal perfeito, a chamada
corponormatividade. As pessoas dentro do padrão socialmente construído de corpo
ideal são consideradas “normais”. Já as pessoas com qualquer tipo de
deficiência, que fogem desse padrão, são vistas como “anormais” e exceções.
Nessa percepção, a deficiência é vista como uma falha ou algo ruim, que
pode ser corrigido ou superado.
Ao longo da história, diversos estereótipos
capacitistas foram dados às pessoas com deficiência, prejudicando-as, pois
contribuem com a manutenção do preconceito e da exclusão dessas pessoas. É
comum, por exemplo, que as pessoas com deficiência sejam taxadas como
doentes. Isso pode parecer inofensivo, porém já motivaram grandes barbaridades,
como o assassinato em massa e a esterilização de milhares pessoas com
deficiência durante o regime nazista. Outro estereótipo é o do coitado, quando o indivíduo é visto
com piedade e inferioridade e suas capacidades são subestimadas. As pessoas
são infantilizadas e tratadas com pureza e inocência.
Durante uma
palestra no TEDxSaoPaulo, a escritora Lau Patrón, madrinha da ONG
internacional Best Buddies e mãe de uma criança com deficiência, faz um
panorama histórico sobre a exclusão de pessoas com deficiência (assista o vídeo
na íntegra):
“Ao longo dos
séculos, as pessoas com deficiência se envolveram em narrativas de abandono e
rejeição. Primeiro, por não ter o mesmo ritmo quando éramos um povo nômade.
Depois, por não ter o corpo perfeito, belo e forte que os gregos conceituaram.
Em algum momento, as pessoas com deficiência passam a ser vistas como
aberrações, castigos de Deus. E depois, rotuladas como doentes e tratadas
assim, como até hoje. Então, vieram as guerras, e houve um número considerável
no aumento de pessoas com deficiência por violência, e a Revolução Industrial,
que colocou o valor do homem em o quanto ele consegue produzir em menos tempo.
Uma competição desleal, que, de novo, dá a pessoa com deficiência o olhar de
inválida”.
Em 2015, a luta pelos
direitos das pessoas com deficiência teve uma importante conquista: o Estatuto da Pessoa com Deficiência,
também conhecido como Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.
Entre outras definições, a
lei considera crime a prática de discriminação em razão da deficiência. Entretanto, a legislação não basta para
combater o capacitismo e promover inclusão social. É preciso que haja mais representatividade da
população PcD, em todas as
áreas, e mais
debates sobre o tema na
sociedade.
O capacitismo está intimamente ligado à exclusão das pessoas
com deficiência nas instituições de ensino e no mercado de trabalho. Essa realidade mostra que a sociedade é excludente. No Ensino Superior, por exemplo, PcD ainda representam apenas 0,52% do
total de matriculados em cursos de graduação, de acordo com o Censo Superior da
Educação de 2018. Já no mercado de trabalho, o número de pessoas com
deficiência cai para 0,9%, segundo o IBGE.
Fonte: Giovana Murça
Lembre-se de identificar uma
problemática que envolva o tema proposto e aponte propostas de intervenção para
esse problema. Para defender sua tese, seja claro e coerente, e use
argumentos consistentes.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
Tema 241: O PROTAGONISMO JUVENIL NO BRASIL DE HOJE
A
partir da leitura dos textos motivadores e de seus
conhecimentos, reflita e escreva um texto dissertativo-argumentativo
no qual você discorra sobre o seguinte tema: O PROTAGONISMO JUVENIL NO BRASIL DE HOJE.
Texto 1
Protagonismo
é o processo de protagonizar, de ser o protagonista, o figurante principal
de uma apresentação.
Deriva
do grego “protagonistes”, em que “protos” significa principal ou
primeiro, e “agonistes” significa lutador ou competidor.
Protagonismo
é um termo muito usado no teatro, no cinema, na novela etc. para se referir ao
personagem principal da encenação.
No
sentido figurado protagonista é a pessoa que desempenha ou ocupa o papel
principal numa obra literária ou num acontecimento. Ex: A qualidade dos
serviços é resultado do protagonismo dos trabalhadores e de suas incontáveis
estratégias para alcançar o sucesso.
Protagonismo
Juvenil
Protagonismo
Juvenil é uma prática educativa desenvolvida para os jovens, na qual ele é o
elemento central e participa de todas as fases do processo educativo, desde a
elaboração, execução e avaliação das ações propostas, com o objetivo de
estimular a participação social do jovem na comunidade. O Protagonismo Juvenil
foi criado pelo educador mineiro, Antônio Carlos Gomes da Costa, sendo que a
participação dos jovens, nas práticas educativas, extrapola o âmbito familiar e
escolar e busca espaço na igreja, nas associações, na sociedade, por meio de
campanhas e movimentos. Fonte: www.significados.com.br
Texto 2
Na
literatura, no cinema ou no teatro o protagonista é o personagem
considerado o centro das ações, e toda a estória se desenvolve baseada em
suas decisões e em seu modo de agir. O que acontece quando levamos esse
conceito para dentro da realidade escolar? Essa é a ideia do protagonismo
juvenil: colocar o estudante no centro do processo de ensino e aprendizagem,
de forma que ele utilize seus conhecimentos para agir e participar na
sociedade, ultrapassando inclusive os muros da escola.
O
protagonismo juvenil:
-Reforça
o compromisso das escolas com a formação integral dos estudantes.
-Promove
o engajamento dos estudantes com o conteúdo e a prática pedagógica.
-Desenvolve
a autonomia, a capacidade de tomar decisões e a responsabilidade dos jovens
alunos.
-Contribui
para o desenho do projeto de vida e na preparação do estudante para o futuro.
-Estimula
a participação dos jovens na esfera política, social, econômica e cultural.
Fonte:https://sae.digital/protagonismojuvenil/#:~:text=Na%20literatura%2C%20no%20cinema%20ou,em%20seu%20modo%20de%20agir.
Texto
3
A
escuta atenta e aberta da juventude ainda não é uma prática enraizada na maior
parte das instituições políticas e sociais. Da família à escola, das
igrejas ao Estado, das mídias convencionais aos organismos internacionais,
poucas delas são entusiastas da participação juvenil e a maioria dificulta o
acesso dos e das jovens aos espaços onde são tomadas decisões que lhes dizem
respeito. Quando mobilizada em frentes de participação social, cultural e
política, a juventude lança sua voz na vida pública, pressiona os poderes
instituídos, quer ser considerada, reivindica o seu direito à participação
democrática. Mas muitos jovens desconfiam ou desacreditam dos canais formais e,
frequentemente, preferem atuar fora deles.
http://forumdasjuventudes.org.br/participacao-social-e-politica-da-juventude/
Texto
4













