Texto 1
kkkkk blz TBm naUm pOXXU fALaH nD eU sOw AxXxiM..................nAum GoxXxTow??!?! pROBLEmah seU,ti gaRaNtu Ki NAuM vOw mUDAH poR IXXu!!!!! =D
Texto 1
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Leia com atenção os textos abaixo:
Texto 1
Uma pesquisa realizada pelo Ibope, em 2013, demonstrou que 98% dos brasileiros se sentem cansados mental e fisicamente. A pesquisa mostrou que os jovens de 20 a 29 anos representam a maior fatia dos exaustos. A tendência aparece em outros lugares. De acordo com o Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos, 43% dos trabalhadores do país dormem menos do que o período recomendado pela Fundação Nacional do Sono, ONG americana que promove a conscientização pública da importância do sono e dos distúrbios decorrentes da falta dele.
O filósofo sul-coreano Byung-Chul Han se debruçou sobre o tema da exaustão e produziu o ensaio Sociedade do cansaço. Para Han, os malefícios da alma surgem de um excesso de positividade presente em todas as esferas da sociedade contemporânea. Nesses discursos, predominam as mensagens de ação produtiva e as ideias de que todas as metas são alcançáveis. O autor simboliza esse fenômeno a partir do slogan da campanha presidencial de Barack Obama em 2008: “Yes, we can” e do slogan da Nike, “Just do it”.
Adriana Marino, doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo, afirma que uma característica da sociedade do cansaço é a individualização dos problemas. Ela também acredita que a sociedade do cansaço em que vivemos se deve, em grande parte, à nossa imersão no mundo digital. (https://jornal.usp.br/atualidades/excesso-de-positividade-motiva-a-criacao-da-sociedade-do-cansaco/
Texto 2
https://www.vandal.com.br/camisetas/estampa-sentimentosdela-1
A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta
"Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet e é ilustrado por um desenho infantil, provavelmente, foi criado por uma criança, mas faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.
O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sul-coreano Byung-Chul Han, vivemos na sociedade do cansaço, que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.
Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.
O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.
Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.
A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.
Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.
“Não desista”, “Tudo dá certo no fim. Se não deu certo é porque ainda não chegou o final”, “Busque a felicidade a todo momento. Sempre”. Frases como essas são facilmente encontradas em perfis de redes sociais e têm como intenção servir de motivação para que as pessoas persistam na busca por seus objetivos.
O problema é quando elas mascaram a realidade, fazendo parecer que não existem objetivos impossíveis de serem alcançados, colaborando com as cobranças em excesso.
“O ritmo de vida cobrado por nossa sociedade faz com que tudo pareça ser possível de ser alcançado, o que gera em nós uma autocobrança muito grande e a expectativa de ser sempre possível alcançar os melhores resultados. Em outras palavras, é o excesso do trabalho munido do sentimento de liberdade, o que gera a chamada ‘violência da positividade’”, explica Diego Felipe Silva Cavalcante.
Neste sentido, é justo atribuir às redes sociais uma parcela da responsabilidade pelas patologias decorrentes da sociedade do cansaço. “A necessidade de se expor e se mostrar feliz o tempo todo, bem-sucedido e realizado em troca da aprovação social – que vem por meio de curtida e likes – é outro fator que contribui para nos levar à exaustão, ao esgotamento mental, uma vez que nunca ficamos plenamente satisfeitos com nossos resultados”, avalia.
Ana Gabriela Andriani concorda com o pensamento do colega e reforça: “As redes sociais reúnem momentos de felicidade, de conquista e de perfeição: são corpos esculturais, profissões de alto desempenho, relações perfeitas… Tudo isso contribui para que as pessoas se sintam exigidas a serem assim também, a buscarem a perfeição, a estarem em um alto nível de rendimento e produtividade e a serem sempre felizes, mobilizadas, motivadas e superinformadas”, acrescenta a doutora.
Entender os motivos pelos quais você faz determinadas coisas ou toma algumas atitudes é o primeiro passo para não cair nas armadilhas da sociedade do cansaço.
“É preciso questionar o sentido das coisas que fazemos, de nossa atividade profissional, das atividades com as quais nos envolvemos, das nossas relações e do uso das redes sociais. Esse olhar crítico é fundamental para que possamos identificar o quanto nossas atitudes são pautadas em coisas que são, de fato, significativas pra gente ou o quanto estamos fazendo isso porque outras pessoas fazem ou porque estamos em um piloto automático”, orienta Ana Gabriela Andriani.
“A ideia é parar para refletir sobre como está conduzindo sua vida, e, mais que isso, permitir-se sentir o desconforto e o tédio. Aliás, não tente desesperadamente fugir do tédio”, orienta o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante.
Reconhecer-se como um ser humano, com falhas, é o segundo passo para quem deseja se blindar dos efeitos da sociedade do cansaço. “É preciso aprender a lidar com nossas faltas e imperfeições. É preciso entender que a gente não dá conta de estar em um alto nível de performance, rendimento e entrega no trabalho o tempo todo; que não existem relações perfeitas nem corpos perfeitos, e que não é possível estar sempre estável emocionalmente”, explica a psicóloga.
Além disso, Ana Gabriela Andriani destaca a instabilidade com que se desenrolam as situações existenciais. “A vida não acontece em uma curva de ascensão. Saber disso é importante para que a gente possa se conhecer mais e se aproximar de nós mesmos”, pontua.
Por fim, a terceira orientação dada pelos especialistas é buscar por momentos que proporcionem relaxamento e qualidade de vida, além de usar as redes sociais com moderação.
“Aprenda a contemplar a vida, a viver o momento. Preste atenção em cada detalhe do seu dia, leia mais livros, medite. Além disso, procure deixar o celular um pouco de lado e use as redes sociais e outras interações digitais com moderação. Quando você tirar férias, tire férias de fato e desligue-se de seus afazeres”, ensina o psicanalista da clínica Kaizen.
https://www.consumidormoderno.com.br/2021/06/03/sociedade-cansaco-blindar/
Discutir os processos de inclusão e exclusão social torna-se bastante complexo tendo em vista uma gama de autores brasileiros que estudam o tema, elencando cada um, diferentes condicionantes sobre esses processos. Ao reconhecer a linha tênue que separa incluídos e excluídos, podemos considerar que: Não há como definir um limite preciso entre o “incluído” e o “excluído”. Não se trata de um conceito mensurável, mas de uma situação que envolve a informalidade, a irregularidade, a ilegalidade, a pobreza, a baixa escolaridade, o oficioso, a raça, o sexo, a origem, e principalmente, a falta de voz (MARICATO, 1994, p.51). Já para Leal (2011), é possível dividir exclusão social, para fins analíticos, em três conjuntos, agrupados de acordo com grandes traços que se repetem nas definições dos principais autores brasileiros sobre a temática. O primeiro diz respeito à relação da exclusão social com a fragilização e/ou ruptura dos laços sociais que integram o indivíduo à sociedade, dentre os estudiosos brasileiros que mais se destacam nesta visão está Escorel, o qual define a exclusão social como “[...] um processo que envolve trajetórias de vulnerabilidade, fragilidade ou precariedade e até a ruptura dos vínculos em cinco dimensões da existência humana em sociedade” (1999 apud LEAL, 2011, p.13). Estas cinco dimensões se dividem em: econômico-ocupacional, sociofamiliar, da cidadania, das representações sociais e da vida humana. A dimensão econômico-ocupacional, relacionada principalmente a esfera do trabalho, constitui o processo de fragilização dos laços sociais operando por meio de inserções em trabalhos precários ou mesmo nos casos de desemprego, fortalecendo a ideia de que cada vez mais as pessoas são economicamente desnecessárias. Na dimensão sociofamiliar, fragmentam-se e fragilizam-se as relações fundamentais entre os familiares, com a vizinhança e comunidade, contribuindo para o isolamento e à solidão do indivíduo. Na dimensão da cidadania e da política, o poder de ação e representação é retirado, privando o indivíduo deste direito. Já na esfera das representações e dos relacionamentos com o outro, o processo de exclusão se materializa por meio das discriminações e pelos estigmas, podendo para muitos chegar ao ponto da negação da humanidade do outro. E na dimensão da vida humana, os indivíduos, aqui chamados de “excluídos”, “[...] restringem-se à busca da sobrevivência e acabam sendo expulsos da categorização dentro da humanidade tal como idealizada pela filósofa Hanna Arendt (1999), no livro a condição humana” (LEAL, 2011, p.13).
A autora chama a atenção para o entrelaçamento entre as dimensões apresentadas, no qual umas agem sobre as outras, reforçando-se mutualmente. Esse processo de exclusão social se intensifica a partir das experiências de fragilização, precarização e diversas rupturas da vida social. Leva os indivíduos muitas vezes a condições de alguém “sem lugar no mundo”, desvinculado ou ainda com vínculos muito frágeis que não lhe permitem se ver ou mesmo, ser visto como uma unidade social de pertencimento (ESCOREL apud LEAL, 2011). O segundo conjunto, que discute a exclusão social como alijamento de direitos ou como a não cidadania a relaciona com a negação dos direitos humanos e sociais considerados básicos e universais na sociedade contemporânea. Esta negação ou mesmo o cerceamento de direitos, dificulta o exercício de liberdade, dos direitos políticos, da participação na comunidade, bem como seu reconhecimento como pessoa. Baseada em Souza (1994), Leal (2011) apresenta a ideia de exclusão social como “sequestro de cidadania” ao lembrar que algumas formas de privação de direitos são consideradas legais em determinados locais, nas quais a restrição do voto feminino em algumas sociedades serve como exemplo. Por fim, no terceiro conjunto a autora apresenta a exclusão social como conjunto de privações e vulnerabilidades relacionais, em processos de contradição. Nesta dimensão são incluídas a pauperização e desigualdade social, resultantes das transformações políticas, econômicas e sociais ocorridas nos últimos 30 anos, conformando-as entre as principais manifestações da questão social contemporânea. Assim, exclusão social está relacionada à temática da pobreza, da desestabilização dos trabalhadores antes estáveis, e da perda dos padrões de proteção social (PASTORINI apud LEAL, 2011). No conjunto de privações que contribuem para o processo de exclusão social, a pobreza aparece como fator preponderante, e no olhar de Demo (2003) não está relacionada somente com a pobreza econômica. O autor enfatiza a questão política da pobreza, afirmando: [...] o cerne mais duro da pobreza é político. Exclusão social mais dramática não é só não dispor de bens essenciais. É sobretudo, não conseguir alçar-se à condição de sujeito capaz de comandar seu destino. Nega-se não só acesso material, mas principalmente a autonomia emancipatória (DEMO, 2003, p.36).
Fonte/para ler mais: https://seminarioservicosocial2017.ufsc.br/files/2017/05/Eixo_3_188.pdf Autores: Deidvid de Abreu e Lizandra Vaz Salvadori
Se escrever na modalidade ENEM, lembre-se de apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
Antes de desenvolver sua redação leia os textos de apoio, faça reflexões acerca do tema "OS DESAFIOS DO MERCADO DE TRABALHO NO CONTEXTO BRASILEIRO" e faça um bom planejamento.
TEXTO 1
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,6% no primeiro trimestre de 2021, até maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 30.
O número, em relação ao mesmo período do ano anterior, é 0,1% menor. Ainda de acordo com os dados do IBGE, o número de desempregados no Brasil está em 14,76 milhões de pessoas. De acordo com o IBGE, esta foi a segunda maior taxa de desemprego da série histórica, iniciada em 2012.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). As projeções compiladas pela Bloomberg variavam entre 14,2% e 15,1%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.547,00 no trimestre encerrado em maio. O resultado representa queda de 3 2% em relação a igual período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 215,5 bilhões no trimestre até maio, recuo de 2,5% ante igual período do ano anterior.
O País tinha 14,795 milhões de desempregados no trimestre encerrado em maio. A taxa de desemprego passou de 14,4% no trimestre encerrado em fevereiro para 14,6% no trimestre terminado em maio.
O total de desocupados cresceu 2,6% em relação a fevereiro, 372 mil pessoas a mais em busca de uma vaga. Em relação a maio de 2020, o número de desempregados aumentou 16,4%, 2,085 milhões de pessoas a mais procurando trabalho.
A população inativa somou 75,803 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio, 628 mil a menos que no trimestre móvel imediatamente anterior. Em relação ao mesmo período de 2020, a população inativa aumentou em 840 milhão de pessoas, alta de 1 1%. Fonte: Revista Exame
TEXTO 2
A partir dos textos de apoio e de suas leituras de mundo, escreva um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema RELACIONAMENTOS ABUSIVOS.
Texto I
Três de cada cinco mulheres já foram vítimas de relacionamentos abusivos
Novela 'O Outro Lado do Paraíso' retrata estupro no casamento, um crime comum em relacionamentos abusivos e que precisa ser denunciado.
A nova novela das 21h, ‘O Outro Lado do Paraíso’, estreou esta semana falando de um tipo de crime contra a mulher que quase sempre fica escondido entre quatro paredes: o estupro no casamento. Mas esse crime é comum nos relacionamentos abusivos e precisa ser denunciado. “Existe uma ideia geral de que a mulher é obrigada a fazer tudo o que o homem quer, principalmente quando casada. Ela é obrigada a servir sexualmente o homem. Nós estamos em novos tempos. É hora da mulher se colocar, dizer ‘Eu não aceito isso’”, afirma o autor da novela, Walcyr Carrasco.
Segundo um estudo da ONU, três de cada cinco mulheres já foram vítimas de relacionamentos abusivos. O dado motivou a ONG Artemis a criar uma campanha em que mulheres expõem frases agressivas que já ouviram dos parceiros e que muitas vezes são banalizadas.
Fonte: G1.
Texto II
#NãoéAmorQuando alerta para sinais de relacionamentos abusivos
A Secretaria de Políticas para as Mulheres aproveitará a proximidade do Dia dos Namorados (12) para lançar a campanha #NãoéAmorQuando. Divulgada nas redes sociais – Facebook, Twitter e YouTube – a ação destacará gestos e comportamentos que indicam que a relação caminha para violências.
“Muitas mulheres sofrem violência, e não se dão conta. Quando são xingadas, são expostas em grupos, têm sua autoestima ferida ou até mesmo perdem a autonomia sobre seu patrimônio”, explica a secretária especial de Políticas para as Mulheres, Fátima Pelaes.
De acordo com a Lei Maria da Penha, é considerado crime contra a mulher a violência psicológica, moral, sexual, patrimonial ou física. Há uma vasta literatura que aponta sinais clássicos de comportamentos abusivos e violência psicológica. As mulheres podem se identificar com algum ou alguns deles.
Alguns exemplos de atitudes consideradas abusivas:
- Humilhar e fazer piada a seu respeito quando vocês estão entre amigos;
- Discordar frequentemente das suas opiniões e desconsiderar suas ideias, sugestões e necessidades;
- Fazer com que você se sinta mal a respeito de si mesma;
- Dizer que você é “muito sensível” quando você reclama de algo;
- Quer controlar a maneira como você se comporta;
- Quando você sente que precisa pedir permissão para sair sozinha;
- Controlar seus gastos financeiros;
- Tentar diminuir seus sonhos, suas conquistas e esperanças;
- Fazer com que você se sinta sempre errada.
Fonte: http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2017/06/campanha-naoeamorquando-alerta-para-sinais-de-relacionamentos-abusivos
Texto III
A partir dos textos de apoio e de suas leituras de mundo, escreva um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema O MOVIMENTO FEMINISTA E A LUTA PELOS DIREITOS DAS MULHERES.
Texto 1
O filme “As
sufragistas”, contextualizado em 1912, retrata a verídica história de um grupo
de mulheres britânicas que decidiram organizar um movimento para lutarem pelo
direito ao voto. Analisando-se essa ficção, torna-se clara a importância do
movimento feminista na luta pelos direitos das mulheres. No entanto, para
conseguir compreender o significado dessa importância é necessário derrubar o
preconceito que há com o feminismo, distinguindo-o do femismo, e,
posteriormente, ressaltar seus impactos na sociedade. Nathalya Beatriz
Texto 2
Até o final do século XIX, não era permitido o estudo, voto,
leitura e escrita pelas mulheres, isto é, as possibilidades de trabalho e entretenimento eram restritas, sobrando
poucas atividades para serem realizadas no dia a dia. Além disso, não existia a
possibilidade de conhecer o mundo da política e economia, tão presente na era
industrial.
Um
grande exemplo da diferenciação entre gêneros foi
a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, divulgada durante a Revolução Francesa. Nela, afirmou-se que os
direitos básicos dos cidadãos eram restritos aos homens.
Como uma
forma de combatê-lo, Olympe de Gouges desenvolveu a Declaração dos Direitos da
Mulher e da Cidadã, trazendo à tona a importância das mulheres na política e
economia, bem como revelando discussões sobre igualdade de direitos.
Foi,
então, no final do século XIX e início do século XX que o
movimento ganhou força mundial, sobretudo na
Inglaterra e Estados Unidos. Nesse período, a luta girava em torno da igualdade
de condições de trabalho nas indústrias, em prol da
conquista de salários e cargas de trabalho idênticas.
Ainda,
nos Estados Unidos, o movimento das trabalhadoras industriais ganhou forças e
tomou outras proporções, evidenciando a necessidade da inclusão
das mulheres na política por meio dos votos. Esse período
ficou conhecido como sufragista, tendo como destaque
as figuras Emmeline Pankhurst e Emily Davison.
Com o
passar dos anos, as mulheres foram conquistando o seu espaço e trazendo para
debate temas como igualdade salarial, direito à educação, à propriedade, ao
divórcio e aos métodos contraceptivos. https://www.stoodi.com.br/blog/historia/feminismo-o-que-e/
Texto 3
O esporte brasileiro é repleto de histórias de talento e superação. Inclusive superação financeira neste país que possui acentuada desigualdade social. Nesse contexto, o esporte possui grande impacto e importância como uma ferramenta de “inclusão social que ameniza as mazelas que assolam a nossa sociedade.”
No Brasil, as práticas esportivas não eram acessíveis à maioria da população, e a Educação Física passou a ser lecionada em escolas públicas e privadas no século XIX. Desde então, o esporte vem conquistando um espaço importante na vida das pessoas e promovendo práticas mais saudáveis.
Além disso, não são raros os casos de pessoas que tiveram suas vidas verdadeiramente transformadas pelo esporte. São atletas que sentiram na pele o poder do esporte como ferramenta de inclusão social.
Entre esses casos, podemos mencionar o de atletas com deficiência que encontraram nas práticas esportivas fonte de recuperação e fortalecimento, com benefícios que vão desde desenvolvimento da autoestima e da autoconfiança, melhoria na qualidade de vida, prevenção de doenças, como ansiedade e depressão, até promoção de laços afetivos.
A inclusão social proporcionada pelo esporte contempla também as pessoas de baixa renda, que enxergam nas práticas esportivas um caminho para a melhoria de sua qualidade de vida. Entre tantas outras histórias de superação, a história de Isaquias Queiroz dos Santos, comoveu o Brasil e o mundo nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Isaquias, atleta baiano filho de faxineira, teve um desempenho excepcional no evento e conquistou 3 medalhas na canoagem. A sua história, assim como a de milhares de brasileiros, nos ajudam a compreender melhor o papel do esporte no rompimento do ciclo de exclusão.
Políticas Públicas de incentivo ao esporte são fundamentais para estimular a inserção de novos atletas e para mudar suas vidas e a de seus familiares. De uma forma ou de outra, é certo que o poder do esporte na inclusão social é imensurável e deve se expandir cada vez mais. https://atletasnow.com/o-esporte-como-ferramenta-de-inclusao-social/
Atletas como Daiane dos Santos e Rafaela Silva enfrentaram muitas dificuldades financeiras. Rafaela contou a ajuda de uma ONG. Daiane dos Santos, atualmente, desenvolve projetos sociais com crianças de periferia. A medalista de prata no skate, nas Olimpíadas de 2021,, Rayssa Leal, filha de vidraceiro, já precisou fazer vaquinha para poder participar de campeonatos. Esses são alguns entre milhares de casos que retratam a realidade brasileira.
Atualmente, a delegação brasileira, composta por 302 atletas, possui 242 bolsistas do benefício Bolsa Atleta, criado no governo do presidente Lula em 2005.
O esporte vai muito além do glamour das competições profissionais que vemos diariamente na televisão. O papel do esporte em uma sociedade é amplo e tem grande relevância para a inclusão social. Em um país onde nossas crianças e jovens têm pouco acesso à educação, cultura e lazer, muitas vezes acabamos os perdendo quando vão para caminhos reprováveis. Por isso, projetos sociais desempenham um importante papel ao retirar esses jovens das ruas e os colocarem na escola realizando atividades esportivas. Fonte: brasilcerto.com.br
Ao falar em inclusão, estamos de acordo com a Declaração Universal de Direitos Humanos e também com a Constituição Federal de 1988, que apresentam direitos que devem se estender a todas as pessoas, sem exceção. Vale dizer ainda que sociedades que apresentam altos índices de exclusão social enfrentam também inúmeros outros problemas, como o aumento da criminalidade e dos índices de pobreza. Fonte: brasilescola.com.br